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O DESAFIO DE PEDIR E ACEITAR AJUDA

Estou lendo o livro “Mais forte do que Nunca” (em inglês, Rising Strong) da incrível Brené Brown. Tem sido uma ótima leitura neste período de fins e recomeços que tenho vivido.

Para quem não conhece esta escritora pesquisadora, procure no Youtube e Google e prepare-se para aprender sobre vulnerabilidade, culpa e vergonha de uma forma que você talvez nunca tenha pensado antes. Supeeerrr recomendo! Continue reading O DESAFIO DE PEDIR E ACEITAR AJUDA

Faça mais daquilo que te faz feliz e dê menos ouvidos aos comentários alheios.

Estive pelo Brasil nas últimas duas semanas, e sempre que vou para lá, vou com meu modo “estudante aprendiz” ativado. Claro que estou sempre aprendendo aqui também, porém a mudança na rotina, as interações com pessoas diferentes e a própria localização me colocam  em um modo de observação mais intenso que o normal.

Além do momento incrível que vivi no encontro Ser Mulher, que realizei com a Gabi Squizato em São Paulo, passei alguns dias na presença da minha família, vi minha irmã se casando linda e feliz, e foi muito melhor do que matar a saudade, pois também trouxe muitos aprendizados de lá na “mala”, talvez simples porém cheios de significado para mim.

Um destes é o seguinte:

É saudável e positivo confiar na sua intuição e fazer aquilo que te faz feliz, mesmo quando todos (ou alguns) a sua volta acham isso uma bobagem ou um supérfluo.

Pode ser que você já esteja careca de saber disso, e não pareça nada de novo. Mas me permita aprofundar neste assunto.

Será que estamos realmente fazendo aquilo que nos faz feliz?

Ou estamos usando boa parte da nossa energia e do nosso tempo nos preocupando com o que os outros pensam, com o que achamos que os outros pensam, ou com o que as pessoas a nossa volta gostam de fazer, ou que aquela pessoa que você ama quer você faça, ou você até tenta começar algum projeto que vai te fazer feliz, mas se deixa levar pelos comentários negativos das pessoas a sua volta?

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Para ser mais feliz, se importe menos com o que os outros pensam!

Eu já me percebi dos dois lados desta situação. Sendo aquela que deixou de fazer o que queria por me conectar com a negatividade alheia, como também já fiz comentários desnecessários (sem maldade) sobre algo que estava fazendo outra pessoa feliz. E percebi algumas crenças bem limitantes quando observei este meu comportamento.

Geralmente isso acontece com aqueles mais próximos a nós, e com quem temos mais intimidade, e por isso achamos que podemos meter o bedelho e dar pitacos na vida dos outros. Não, não temos que dar pitacos sem ser requisitados. Se alguém perguntar a sua opinião, ok, aí seu pensamento pode ser compartilhado, porém dizer que alguém está sonhando demais, ou perdendo tempo, ou poderia fazer algo de outra forma (da sua forma), é desnecessário e nem um pouco positivo, nem para você que poderia estar melhorando algo na sua própria vida.

Outra reflexão que quero te convidar a fazer é a seguinte: quantas vezes ao dia você faz algo que te alegra e te faz sentir vivo e grato?

Você talvez se identifique com isso, talvez não.

Eu sou uma pessoa que sempre tive problemas em lidar com conflitos, daquelas que faz tudo para não entrar em uma discussão. E muitas vezes isto me prejudicou pois eu deixava de fazer o que eu queria para manter a harmonia do ambiente.

Claro que precisamos fazer negociações e concessões as vezes, pois somos seres sociais.

Estou falando aqui do quanto deixamos nossas vontades mais profundas de lado pelo simples fato de não querer desagradar outras pessoas.

E esta lição para mim é enorme, pois quanto mais eu faço aquilo que me agrada, aquilo que meu coração me pede, mas eu percebo que inspiro as pessoas a minha volta a fazer o mesmo. Quanto mais eu me dou espaço para ser eu mesma, mais eu permito que os outros se libertem também!

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Aceitar que a minha vontade é importante  é auto respeito, é amor próprio e não egoísmo como somos ensinados desde crianças. Fazendo algo de coração, focando na amorosidade e no que a minha intuição me diz, eu canalizo a alegria e a positividade, pois faço algo que me traz prazer em viver, e isso reflete nas minhas conversas, ações e vai contagiando as pessoas que eu encontro de alguma forma.

Por isso, eu gostaria de convidar você a refletir hoje sobre os seus desejos, vontade e sonhos.

Se tem algo que nutre a nossa alma de verdade é fazer algo que nos traz prazer!

Não apenas ingerir uma dose de açúcar ou outra substância que dá uma “high” rapidinha e depois passa deixando aquela sensação de dependência. Você até pode comer um doce pensando na alegria do momento, usando todos sentidos e estando presente, porém não criar a expectativa de que o doce em si é a causa da sua alegria. Estou falando de alegria e prazer pela experiência do momento, de fazer algo que te faz sentir vivo!

O que você tem vontade de fazer, algo que sente que vai te deixar muito feliz, e que por diversos motivos, você vem deixando para depois?

Quais são estes motivos que te fazem procrastinar a sua própria alegria?

O que você tem colocado como prioridade na sua vida?

A vida está acontecendo agora, e só você pode se responsabilizar pelo que experiência e sente. Ninguém mais tem o poder de te fazer sentir melhor, então, pegue esta sua vontade e dê um jeito de fazê-la ser atendida!

Pode ser algo simples, como ir a um lugar que você quer conhecer na sua cidade. Ou talvez seja uma viagem a um outro país, e precise de mais planejamento.

O que quer que seja, procure refletir se você não está deixando a sua felicidade para depois. Nada é mais importante que você se sentir bem com você mesma.

Agora quero saber de você! Comente aqui embaixo o que você tem feito para realizar os seus pequenos e grandes sonhos, desejos simples e complexos, e que pensamentos vem a sua mente ao pensar nas questões acima.

Se gostou do texto, compartilhe com seus amigos. Eu sou muito grata pela sua presença e apoio para continuar compartilhando mensagens de nutrição para o corpo, mente e alma!

Até a próxima!

Um grande beijo!

Taísa

 

Crédito das Imagens: Visualhunt

O que é ser uma Mulher plenamente feliz para você?

Nós mulheres parecemos estar acostumadas a viver uma realidade em que precisamos fazer ou alcançar muitas coisas para só então nos sentirmos capazes e merecedoras da felicidade.

Se conquistamos uma vida profissional incrível, nos culpamos por talvez não estar em um relacionamento, ou quando estamos em um, vem a cobrança para casar, ter filhos, e nem paramos para pensar se é mesmo isso que desejamos viver.

Ou então nos mantemos um relacionamento ou um trabalho que já não nos faz mais feliz pois afinal, “não se pode ter tudo que queremos” (crença limitante) e muitas vezes inconscientemente, acabamos fazendo o que nos disseram que seria “maravilhoso”, mas que não era bem o que nós queríamos em primeiro lugar.

Ou tentamos ser a própria Mulher Maravilha, sempre a postos para salvar o mundo, sempre disponível para os outros, mas que dificilmente tem 20 minutos diários para si mesma, afinal, os filhos, maridos, colegas, chefes, amigas, irmãos merecem “sempre mais” da nossa atenção e energia do que nós mesmas. Será que precisamos mesmo ser assim?

Esta realidade nos empurra garganta abaixo que devemos estar em busca de um ideal de beleza, de carreira, de relacionamentos, de vida para sermos aceitas como mulheres bem-sucedidas, ou como mulheres guerreiras, ou como mulheres, simplesmente.

Nos dizem que se não formos mães, seremos mulheres incompletas, que se não quisermos trabalhar do jeito tradicional, somos loucas e irresponsáveis. Se desejarmos viajar ou sair na rua a noite, dependemos da companhia de homens para estar seguras. Que se não quisermos manter o cabelo comprido, somos menos femininas, e que se não fizermos o que as celebridades fazem para ficar com seus corpos esculpidos, estamos sendo radicais.

Estamos a todo momento sendo incentivadas a ser algo que não somos, a ser algo que nos leva a pensar que estamos erradas e que precisamos de “correções”, principalmente com relação ao nosso corpo e aparência, mas não para por aí.

Nos apontam o dedo e nos falam que devemos agir de determinada forma para sermos “mulheres de valor”. Nós mesmas julgamos as atitudes de outras mulheres com base nestas tristes generalizações, e ao invés de nos apoiarmos e acolhermos, muitas vezes nos distanciamos cada vez mais umas das outras simplesmente por acreditar que “mulher é assim mesmo”.

Sabe o que eu penso?

Que nos deixamos  transformar em seres robotizados ao longo do tempo, como brinquedinhos cheios de comportamentos automáticos que não questionam os comandos que foram programados nas nossas mentes.

Se nos apertam determinados “botões”, reagimos com frases e pensamentos prontos, pré-moldados por experiências anteriores e em grande parte por observar e tentar reproduzir o que é o “aceito como normal”.

Sim, pode ser um pouco exagerado da minha parte. Mas eu acredito que em algum ponto da sua vida, você já deve ter se perguntado como vivia reproduzindo padrões que hoje você reconhece como algo desnecessário, e talvez até destrutivo.

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Ou talvez você perceba uma contradição nos seus desejos, pois de um lado gostaria de usar uma calça 36, talvez gostaria de perder uns 5kg, mas do outro lado, sente que ter prazer com a alimentação é muito mais importante. E no meio desta confusão, você pode se perder de quem você realmente é.

Eu falo isso de coração pois foi o que aconteceu comigo. Ao me deixar levar pelas minhas crenças e percepções sobre o que é necessário para ser uma mulher plena, que eu tinha alguns anos atrás, por exemplo:

“…trabalhar sempre mais do que esperam que eu trabalhe, assim serei reconhecida + estar um relacionamento, mesmo que eu não esteja feliz nele, pois se estou solteira não sou boa o bastante + estar sempre disponível pra os outros e quase nunca para mim, na espera de que alguém faça o mesmo por mim… e outras coisas mais.”

Quando comecei a entender que estas percepçções, crenças limitantes e buscas por ideais externos me traziam sofrimento, entendi que eu precisava descobrir o que eu gostava de verdade, então as coisas começaram a mudar de verdade na minha vida. Fui percebendo que as respostas não estavam fora de mim, e sim dentro.

E este caminho de autoconhecimento começou há 6 anos atrás, mas nunca termina. Na verdade, ele é repleto de recomeços. Mas é viver muito mais pleno e verdadeiro do que seguir os caminhos traçados pelos outros.

Eu sinto que a necessidade de nos libertar desta prisão mental, física, psicológica e emocional que estamos inseridos como sociedade está crescendo cada vez mais.

As pessoas estão despertando para uma nova realidade onde podemos co-criar a nossa realidade e seguir as nossas verdades como e quando quisermos. Uma nova realidade em que aceitamos que temos diferenças, mas que ao mesmo tempo somos parte de um todo muito maior.

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Estamos descobrindo que podemos sim desejar coisas diferentes do que nos disseram para desejar. Estamos percebendo que podemos sim traçar o nosso próprio caminho. Podemos sim amar os nossos corpos sendo eles como são. Podemos sim ser ouvintes da nossa inteligência interna e confiar na nossa intuição. Podemos sim mergulhar no autoconhecimento e descobrir que o nosso lado sombra é apenas um lado desconhecido, assim como o lado luz.

Ao invés de negar aquilo que te faz pensar que você não é tão boa assim, eu te convido a acolher estas partes de você com tanto carinho quanto aquelas que você se orgulha de ter.

Eu, assim como muitas pessoas, tenho momentos em que penso que não sou merecedora do amor, ou da felicidade plena. Quando olho para partes de mim que eu julgo incorretas ou motivos de vergonha, posso ter a sensação de que não sou boa o bastante.

Quando eu me observo, consigo parar, respirar e então percebo o pensamento auto-crítico do ego, e relembro que todos somos seres perfeitos em essência, e que estas partes que por vezes tento ignorar são na verdade os meus maiores mestres.

E este acolhimento pode parecer difícil de ser dado quando estamos sozinhas, porém quando fazemos parte de um grupo que tem necessidades e vibração parecida, permitimos que a nossa compaixão se multiplique e que volte para nós mesmas.

Estar em contato com outras mulheres que também estão nesta jornada de autoconhecimento, auto-aceitação e descoberta do seu verdadeiro Eu ajuda a dar o primeiro passo, ou o salto quântico se for a hora dele.

É exatamente sobre tudo isso que vamos conversar no encontro Ser Mulher – de corpo, mente e alma, que acontecerá no dia 14 de maio em São Paulo, no espaço aconchegante e amoroso da Casa Violetta.

Eu e a terapeuta Gabi Squizato estaremos co-criando este encontro onde vamos praticar auto-acolhimento e o não-julgamento, em que vamos orientar mulheres dispostas a SER MULHER na sua plenitude, com leveza e alegria.

Eu e a Gabi estamos preparando um dia de práticas e vivências para que você se sinta mais autoconfiante, conectada com o seu poder feminino e descubra o quanto você é merecedora de felicidade, abundância, positividade e bem estar integral, de corpo, mente e alma!

O encontro terá várias temáticas importantes para este mergulho de autoconhecimento, como auto-aceitação, libido, meditação, alimentação intuitiva, alimentação consciente, Thetahealing, crenças, e sagrado feminino.

O nosso propósito com este encontro é reunir mulheres que estão sentindo o chamado para o próprio despertar, e que gostariam de fazer parte de uma comunidade que se apoia com muito amorosidade e acolhimento, compartilhando a sua luz com cada vez mais alegria e leveza!

Para mais informações sobre o encontro Ser Mulher clique no link abaixo, ou escreva para contato@taisabohrer.com ou gabriellasquizato@gmail.com.

Para saber mais, visite a página do evento no Facebook: Encontro Ser Mulher, acontecerá no dia 14 de Maio, na Casa Violetta.

Local: Rua Berta, 82, Vila Mariana, SP.

Horário: 10h as 16h – lanche saudável incluso.

Esperamos as mulheres que estão dispostas a se acolher e a viver a sua plenitude com muito amor!

E lembre-se: Você nasceu para brilhar na sua plenitude única!

Com muito amor,

Taísa

Alimente Sua Vida – Mentoria em Grupo

Eu sinto que muitas pessoas desejam ter um estilo de vida mais saudável porém não sabem onde encontrar um espaço seguro e acolhedor onde possam falar dos seus desafios e ser ouvidas com atenção.

Pensando nisso, eu tenho desenvolvido a minha habilidade em orientar e possibilitar a conexão verdadeira em grupos de pessoas, gerando mais motivação e inspirando a mudanças positivas na alimentação, na forma com se trata e na forma como lida com os seus sentimentos. Continue reading Alimente Sua Vida – Mentoria em Grupo

Comer com o Corpo, Mente e Alma – Evento Presencial em Montreal

Alimentar o corpo é um ato que muitas vezes fazemos sem pensar, sem sentir e sem apreciar o que está acontecendo no nosso corpo.

Comemos, mas não nos sentimos alimentados.

Comemos, mas continuamos com fome, e sem saber se é fome física ou emocional, continuamos comendo, e depois vem o sentimento de culpa por ter comido algo que não “deveria”.

Quantas vezes você sentiu culpa por ter comido um doce depois do almoço?

Quantas vezes você deixou de comer algo que queria muito, e depois de tanto resistir comeu muito mais do que o seu corpo aceitaria?

E se o problema não for O QUE você come, mas sim COMO você está comendo?

E se você descobrisse que cada refeição é um momento de reencontro consigo mesmo?

Estes serão os assuntos-chave do nosso encontro “Comer com o corpo, mente e alma”!

A nossa mente e a nossa alma também tem necessidades que precisam ser saciadas, e o objetivo deste encontro é que você aprenda novas formas de alimentar o seu Ser por inteiro, e com isso diminuir o efeito da ansiedade e do stress na sua alimentação.

Eu e a Adriana Souza vamos ensinar práticas que vão ajudar as pessoas que estão sempre em uma luta com a comida e com o seu corpo,  pois aprenderam que precisam ou comer menos, ou contar calorias, ou para quem usa a comida como anestésico, e procura a sensação de conforto que alguns alimentos dão temporariamente.

Algumas pessoas veêm na alimentação um obstáculo para viver com plenitude a sua felicidade. Eu e a Adriana vamos mostrar que com algumas atitudes diferentes no dia-a-dia a relação com a comida pode ser mais leve, livre de regras e uma forma de autoconhecimento.

Por que este assunto é importante para todos?

Por que precisamos lembrar que qualquer refeição, quando apreciada com atenção e amor, pode se tornar um momento de alegria e prazer, e até mesmo um momento de autoconhecimento.

A entrada é gratuita e as vagas são limitadas! Por isso faça a sua inscrição para reservar o seu lugar o quanto antes!

Clique aqui para fazer a sua inscrição gratuita!

Eu e a Adriana Souza esperamos vocês com muita alegria para este fim de tarde!

  • Data: 19 de março
  • Horário as 17h30
  • Local: 1440, rue Amherst, na Padoca Patisserie Brésilienne – perto dos metrôs Berri-UQAM e Beaudri

Para reservar o seu lugar, clique aqui e faça a sua inscrição antes que as vagas terminem!

Clique aqui para acessar a página do evento no Facebook!

Esperamos você com muita alegria!!

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A geração em que a Cinderela perde o “tênis de cristal” na academia

Qual é o limite entre um estilo de vida saudável e a obsessão em ter um corpo “ideal”?

Existe algo muito triste acontecendo na mente de muitas meninas e mulheres. Enquanto outras mulheres que dedicam boa parte das suas vidas para ter um corpo “ideal”, mostrando uma aparente felicidade e equilíbrio, existem mulheres que sofrem pois acreditam que não são boas o suficiente, ou que não são bonitas o suficiente. Então começam as torturas em forma de dietas, auto-punição, sentimentos de culpa e vergonha, além de se desconectarem da sua verdade, do seu ser.

Claro que existem mulheres que vivem de verdade este equilíbrio, e talvez sejam magras ou malhadas, talvez elas já passaram por vários transtornos e agora tem uma relação mais positiva consigo mesmas. Eu acredito que é possível encontrar o prazer em um estilo de vida saudável e que seja positivo para o corpo, mente e alma. Eu, por exemplo, gosto de fazer atividades físicas e me alimentar bem, hoje isso é natural, mas nem sempre foi.

O que está em questão aqui, e que eu gostaria de convidar você a refletir é sobre a realidade por trás de todas fotos que as celebridades, atrizes, modelos e artistas postam nas mídias sociais. É uma avalanche de poses, barrigas de fora, dietas da moda, e acabamos formando uma imagem de que estas pessoas tem uma vida perfeita, e começamos a desejar o mesmo, pois as fotos e vídeos parecem mostrar um mundo maravilhoso, porém bem distante da realidade.

Elas são lindas sim, e tentam passar algo de positivo na maioria das vezes. Mas elas passam também a ideia que você só será feliz quando tiver uma barriga chapada, ou tiver as coxas definidas, ou estiver em um relacionamento. Será mesmo que precisamos das mesmas coisas para ser feliz? Será que estas mulheres são mesmo o que elas mostram? Será que as pessoas não estão percebendo que isto virou obsessão?

Eu sou completamente a favor de cuidar do seu corpo, de ser vaidosa e se sentir linda, mas eu não acredito que almejar ter o corpo parecido com o de outra pessoa seja saudável para ninguém. Parece que a nossa criança interior continua acreditando na história da Cinderela que perdeu o sapato de cristal no meio do baile para depois ser encontrada por um príncipe que a salva dos seus grandes problemas, porém agora não é mais um sapato de cristal e sim um tênis, o baile é a academia e talvez não seja o príncipe em um cavalo branco, mas a barriga chapada, o corpo malhado e o silicone que vai nos realizar e trazer a tão sonhada felicidade. Brincadeiras a parte, este assunto é muito sério, pois as crianças de 3 anos já estão desejando ter um corpo diferente por presenciar as suas mães comentando como estão acima do peso ou como precisam emagrecer. Precisamos mudar isso em nós agora.

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Cada um de nós tem o presente de ter um corpo único, que pode ser moldado pelas nossas escolhas sim, até certo ponto. Mas não podemos mais perder o nosso amor próprio por que não somos como a sociedade diz que temos que ser.

Eu convido você a olhar para o seu corpo com mais amor e gratidão e fazer o possível para não se comparar a ninguém. Experimente olhar para outras mulheres sem julgar os seus corpos. Admire a beleza que há em cada biotipo se quiser, mas entenda que você é maravilhosa e linda do seu jeito!

Seu corpo é sim o seu templo e merece todo o seu respeito.

Além disso, a sua essência faz morada no seu corpo, ou seja, ele é apenas o revestimento, o seu valor não está no seu peso ou medidas, está em quem você é, e você é uma filha do Universo!

Você tem uma luz que veio para brilhar e inspirar outras pessoas a brilhar também!

Ame-se com toda a sua força!

Um beijo grande,

Taísa

Como Eu Mudei a Minha Relação de Dor para Amor com o Espelho

Hoje eu tenho uma relação muito saudável e prazerosa com o espelho, eu me vejo com outros olhos e também percebo quando preciso me cuidar com mais amor.
As vezes não estou muito a fim de conversa com ele, mas na maioria das vezes, nos damos muito bem. Tenho oferecido meus sorrisos muito mais para ele ultimamente, e em troca, ele me diz o quanto eu tenho melhorado, ou o quanto eu preciso beber mais água ou comer mais vegetais (pausa para dizer que eu acredito nele).
Mas nem sempre foi assim. Por boa parte da minha vida, eu não queria saber do espelho… eu tinha até medo dele… de verdade.

Continue reading Como Eu Mudei a Minha Relação de Dor para Amor com o Espelho

Receita de Cheesecake Vegana e Crua

Receba seus convidados e impressione com esta Cheesecake Vegana absurdamente deliciosa!

Sem latícinios, açúcar, farinha ou ovos, esta receita é simples e pode ser feita o dia anterior ou algumas horas antes, basta levar ao freezer e deixar na geladeira por 1h antes de servir. O marido aprovou aqui em casa e disse que ficou tão boa quanto a cheesecake feita com iogurte e cream cheese um tempo atrás. Continue reading Receita de Cheesecake Vegana e Crua

Como Entender e Atender as suas Vontades com Consciência

Ao longo do dia temos inúmeras vontades não é mesmo?

Pense nas vontades que você teve nos últimos dois ou três dias…

Vontade de falar algo para o parceiro que está entalado há tempos…
Vontade de olhar um filme bem bobinho e chorar com o final óbvio…
Vontade de comer uma panela inteira de brigadeiro…
Vontade de abraçar e beijar alguém que está longe,
Vontade de receber um carinho de quem está perto,
Vontade de jogar tudo para o alto e vender coco na praia, rsrs…
Vontade de mandar aquela pessoa ir para bem longe…

Você já pensou que estas vontades talvez sejam mais do que um simpçes desejo, e podem vir de uma necessidade maior ? Continue reading Como Entender e Atender as suas Vontades com Consciência

Como Transformar o Perfeccionismo em Gratidão em 5 segundos

Você sabe o que precisa ser feito mas não faz? Pode ser o perfeccionismo escondido por tráz do medo de falhar ou de dar certo!

A dica que compartilho hoje faz a voz do perfeccionismo baixar de volume, como se você não ouvisse mais os seus comentários “sórdidos” abrindo espaço para a voz da sua essência sobressair. Mas é importante ressaltar que quanto mais você aprofundar o seu autoconhecimento e o que está impactando a sua vida negativamente, melhor você vai lidar com esta situações.

Quem vive com o perfeccionismo não gosta de admitir que o faz (sentiu aí?).  E declaro, ninguém é perfeccionista, ele aparece com maior ou menor frequência para cada pessoa. Ter a consciência e estar alerta  da sua existência é o caminho para não permitir que este sentimento trave as suas ações. Continue reading Como Transformar o Perfeccionismo em Gratidão em 5 segundos