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Amando Minhas Curvas!

Você já sentiu vergonha do seu corpo ao colocar uma roupa  de praia ou ao vestir roupas mais curtas?
E dentro de um vestiário feminino na academia, você se sente julgada ou pressionada pela sua aparência física?
Você sabe receber um elogio e dizer apenas “obrigada”, e concordar com a pessoa que falou? Você se compara com as suas amigas e se pergunta por que o seu corpo não é como o delas?

O corpo feminino é alvo de julgamento excessivo, seja pelas mídias, pela sociedade e por nós mesmas. Qual é a primeira lembrança que você tem de uma mulher falando do seu próprio corpo? Ela falava com carinho ou se criticava? Precisamos ter consciência do quanto isso abala o nosso amor próprio e a visão que temos de nós mesmas. Nós mulheres convivemos com estas pressões e “aprendemos” a ter vergonha do nosso corpo por muitas gerações, mas eu acredito que podemos fazer algo para mudar isso. Continue reading Amando Minhas Curvas!

Como Superar Momentos Difíceis

O que a vida está tentando te mostrar, mas você insiste em não ver?

Deixar que o medo de encarar a realidade controle o seu comportamento atrasa e bloqueia a criatividade, a alegria de viver e as possibilidades de desenvolvimento.

Quanto mais procrastinamos para olhar a situação atual com consciência e ter a atitude de buscar de soluções, mais as dores e questões emocionais crescem e a escolha de não agir, tomada pelo medo, machuca ainda mais.

Eu entendo que pode doer um pouco, mas te convido a pensar comigo. Vou usar um exemplo bem  ilusório, mas que pode ajudar muito nesta reflexão que compartilho agora.

Imagine que você está caminhando por um gramado lindo, com os pés descalços e  você pisa em um pequeno espinho. Não é nada agradável, você rapidamente sente a dor e vira o seu pé para ver o que houve. Aí você pode ser aquela pessoa que pensa assim: “ah, é um espinho tão pequeno que não vou dar atenção a ele agora, vou continuar o que estou fazendo e depois eu resolvo isso”. E segue sua caminhada, sentindo um certo encômodo, mas tenta ignorar o que aconteceu pois não quer mudar seus planos.

Ou você pode ser a pessoa que olha para o espinho e pensa: “ah, é um pequeno espinho, mas se eu deixar ele aí eu não vou conseguir caminhar direito e aproveitar este momento tão bom que estou vivendo. Melhor eu tentar retirá-lo com calma, para não machucar ainda mais meu pé e cuidar desta ferida para ela não aumentar e inflamar”.

Sinceramente, eu não acredito em atitude certa ou errada neste exemplo, mas eu acredito que dependendo do “espinho” que você encontra na sua vida agora, você pode escolher o que fazer com ele, se deixa ele causar  um certo encômodo  ou dor, mas não encara o medo de retirar ele da sua mente, ou se você tenta buscar soluções para fazer isso e seguir a vida sem se apegar a dor.

Ao decidir olhar para o espinho, e mesmo com medo, retirar ele do sua mente ou do seu coração com calma, a dor vai passar. Você só vai precisar cuidar com carinho deste machucado, mas o sofrimento vai embora junto com aquilo que causou a dor. Pode ter sido uma situação que te tirou do sério, palavras que te machucaram, ou a vontade de controlar o que não se pode ser controlado.

Por que então continuar cultivando este apego a dor, tornando ela um sofrimento desnecessário? O que ela precisa na verdade, é ser percebida com atenção e tratada com carinho por você. Somente assim você poderá acolher a si mesmo e saber o que fazer para mudar a sua percepção, e com isso a sua realidade.

Enfim, eu te convido a olhar para os “espinhos” que podem estar machucando o seu coração. Como eles foram parar aí não importa muito agora, mas experimente, crie coragem e olhe para eles carinhosamente. Ter coragem é olhar com o coração e agir mesmo com medo, pois ele nunca vai embora totalmente. Leia mais sobre como lidar com o medo clicando aqui.

Reflita sobre como você pode retirá-los com cuidado, de onde estão. Ter calma neste momento e pensar na solução, é muito mais terapêutico do que ficar reclamando da dor, ou dizer a você mesma que esta dor não existe.

E tem mais uma coisa, alguns espinhos podem estar mais profundos, e tudo bem, você sempre pode pedir ajuda dos seus anjos, dos seus amigos ou de alguém que você confie para te ajudar a suportar a dor de mexer neles.

Permita que esta dor cumpra a sua missão e vá embora.

Permita-se ser livre,  leve, e plenamente feliz!!

Gostou desta reflexão? Vou adorar ler e responder seu comentário! Compartilhe com quem você acredita que precise ler isso, ajude a espalhar a mensagem!

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