Faça mais daquilo que te faz feliz e dê menos ouvidos aos comentários alheios.

Estive pelo Brasil nas últimas duas semanas, e sempre que vou para lá, vou com meu modo “estudante aprendiz” ativado. Claro que estou sempre aprendendo aqui também, porém a mudança na rotina, as interações com pessoas diferentes e a própria localização me colocam  em um modo de observação mais intenso que o normal.

Além do momento incrível que vivi no encontro Ser Mulher, que realizei com a Gabi Squizato em São Paulo, passei alguns dias na presença da minha família, vi minha irmã se casando linda e feliz, e foi muito melhor do que matar a saudade, pois também trouxe muitos aprendizados de lá na “mala”, talvez simples porém cheios de significado para mim.

Um destes é o seguinte:

É saudável e positivo confiar na sua intuição e fazer aquilo que te faz feliz, mesmo quando todos (ou alguns) a sua volta acham isso uma bobagem ou um supérfluo.

Pode ser que você já esteja careca de saber disso, e não pareça nada de novo. Mas me permita aprofundar neste assunto.

Será que estamos realmente fazendo aquilo que nos faz feliz?

Ou estamos usando boa parte da nossa energia e do nosso tempo nos preocupando com o que os outros pensam, com o que achamos que os outros pensam, ou com o que as pessoas a nossa volta gostam de fazer, ou que aquela pessoa que você ama quer você faça, ou você até tenta começar algum projeto que vai te fazer feliz, mas se deixa levar pelos comentários negativos das pessoas a sua volta?

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Para ser mais feliz, se importe menos com o que os outros pensam!

Eu já me percebi dos dois lados desta situação. Sendo aquela que deixou de fazer o que queria por me conectar com a negatividade alheia, como também já fiz comentários desnecessários (sem maldade) sobre algo que estava fazendo outra pessoa feliz. E percebi algumas crenças bem limitantes quando observei este meu comportamento.

Geralmente isso acontece com aqueles mais próximos a nós, e com quem temos mais intimidade, e por isso achamos que podemos meter o bedelho e dar pitacos na vida dos outros. Não, não temos que dar pitacos sem ser requisitados. Se alguém perguntar a sua opinião, ok, aí seu pensamento pode ser compartilhado, porém dizer que alguém está sonhando demais, ou perdendo tempo, ou poderia fazer algo de outra forma (da sua forma), é desnecessário e nem um pouco positivo, nem para você que poderia estar melhorando algo na sua própria vida.

Outra reflexão que quero te convidar a fazer é a seguinte: quantas vezes ao dia você faz algo que te alegra e te faz sentir vivo e grato?

Você talvez se identifique com isso, talvez não.

Eu sou uma pessoa que sempre tive problemas em lidar com conflitos, daquelas que faz tudo para não entrar em uma discussão. E muitas vezes isto me prejudicou pois eu deixava de fazer o que eu queria para manter a harmonia do ambiente.

Claro que precisamos fazer negociações e concessões as vezes, pois somos seres sociais.

Estou falando aqui do quanto deixamos nossas vontades mais profundas de lado pelo simples fato de não querer desagradar outras pessoas.

E esta lição para mim é enorme, pois quanto mais eu faço aquilo que me agrada, aquilo que meu coração me pede, mas eu percebo que inspiro as pessoas a minha volta a fazer o mesmo. Quanto mais eu me dou espaço para ser eu mesma, mais eu permito que os outros se libertem também!

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Aceitar que a minha vontade é importante  é auto respeito, é amor próprio e não egoísmo como somos ensinados desde crianças. Fazendo algo de coração, focando na amorosidade e no que a minha intuição me diz, eu canalizo a alegria e a positividade, pois faço algo que me traz prazer em viver, e isso reflete nas minhas conversas, ações e vai contagiando as pessoas que eu encontro de alguma forma.

Por isso, eu gostaria de convidar você a refletir hoje sobre os seus desejos, vontade e sonhos.

Se tem algo que nutre a nossa alma de verdade é fazer algo que nos traz prazer!

Não apenas ingerir uma dose de açúcar ou outra substância que dá uma “high” rapidinha e depois passa deixando aquela sensação de dependência. Você até pode comer um doce pensando na alegria do momento, usando todos sentidos e estando presente, porém não criar a expectativa de que o doce em si é a causa da sua alegria. Estou falando de alegria e prazer pela experiência do momento, de fazer algo que te faz sentir vivo!

O que você tem vontade de fazer, algo que sente que vai te deixar muito feliz, e que por diversos motivos, você vem deixando para depois?

Quais são estes motivos que te fazem procrastinar a sua própria alegria?

O que você tem colocado como prioridade na sua vida?

A vida está acontecendo agora, e só você pode se responsabilizar pelo que experiência e sente. Ninguém mais tem o poder de te fazer sentir melhor, então, pegue esta sua vontade e dê um jeito de fazê-la ser atendida!

Pode ser algo simples, como ir a um lugar que você quer conhecer na sua cidade. Ou talvez seja uma viagem a um outro país, e precise de mais planejamento.

O que quer que seja, procure refletir se você não está deixando a sua felicidade para depois. Nada é mais importante que você se sentir bem com você mesma.

Agora quero saber de você! Comente aqui embaixo o que você tem feito para realizar os seus pequenos e grandes sonhos, desejos simples e complexos, e que pensamentos vem a sua mente ao pensar nas questões acima.

Se gostou do texto, compartilhe com seus amigos. Eu sou muito grata pela sua presença e apoio para continuar compartilhando mensagens de nutrição para o corpo, mente e alma!

Até a próxima!

Um grande beijo!

Taísa

 

Crédito das Imagens: Visualhunt

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